Flores astrais – Um tributo aos Secos e Molhados no Teatro Rival Refit

Foto: Cadu Costa / ULTRAVERSO

Tributo ao Secos & Molhados emociona no Teatro Rival Refit

Cadu Costa

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6 de julho de 2022

O Secos & Molhados é uma das bandas mais emblemáticas da história da música brasileira. O grupo que, nos anos 70, revelou a genialidade de Ney Matogrosso, João Ricardo e Gérson Conrad fez um sucesso repentino e meteórico com sua música atemporal. Quem viu, viu. Por isso, ter a ideia de um tributo a esse ícone da nossa cultura é algo inesperado. E muito bem-vindo.

Assim sendo, após uma primeira performance com casa lotada, no último sábado (02), podemos acompanhar mais uma apresentação do espetáculo “Flores astrais – Um tributo aos Secos & Molhados” no Teatro Rival Refit. O grupo formado por Danilo Fiani (voz), que se preparou muito para encarnar Ney Matogrosso; bem como Mário Vitor (voz, guitarra, violão), incorporando Gerson Conrad; e Luiz Lopez (voz, piano, violão), que, caracterizado, ficou muito parecido com João Ricardo.

Além disso, o grupo contou com o baixo de Alan James e a bateria de Rike Frainer. O quinteto reproduziu fielmente músicas que transformaram a sociedade brasileira de cabeça em plena ditadura militar, nos já citados anos 1970.

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Flores astrais tributo aos Secos e Molhados no Teatro Rival Refit

Foto: Reprodução / Redes Sociais

Tudo perfeito

Todos os sucessos, a interpretação e, claro, a maquiagem que, dizem as lendas, inspiraram o Kiss, foram elementos de uma noite que teve a emoção como um toque final.

O vocalista e ator Danilo Fiani interpretou à perfeição o gestual insinuante de Ney e seu timbre de voz trouxe lágrimas para vários presentes no tributo aos Secos & Molhados no Teatro Rival. Toda a banda é impressionante e é ousada o suficiente para o show ser mais do que uma homenagem. São clássicos feitos para emocionar, para relembrar e para fixar em nossa memória como a música brasileira é algo que dificilmente consegue ser superado. Um espetáculo verdadeiramente nota 10!

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Cadu Costa

Cadu Costa era um camisa 10 campeão do Vasco da Gama nos anos 80 até ser picado por uma aranha radioativa e assumir o manto do Homem-Aranha. Pra manter sua identidade secreta, resolveu ser um astro do rock e rodar o mundo. Hoje prefere ser somente um jornalista bêbado amante de animais que ouve Paulinho da Viola e chora pelos amores vividos. Até porque está ficando velho e esse mundo nem merece mais ser salvo.
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